24 mulheres assassinadas. Vidas interrompidas brutalmente pela violência. Até quando?

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De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2024, em todo o no ano passado as polícias receberam 30.221 participações por violência doméstica e contabilizaram 23 homicídios em contexto de intimidade.

Desde o inicio do ano morreram 24 mulheres às mãos de maridos, ex-maridos, namorados, ex-namorados, companheiros, ex-companheiros.

O crime de violência doméstica é o mais reportado com mais de 25.000 denúncias em 2024 segundo os dados do RASI e 37.000 processos concluídos pelo Ministério Público dos quais 23.000 arquivados.

Estes dados confirmam-nos a necessidade de persistir neste combate que parece ainda longe de estar ganho. Contudo, a comunidade parece cada vez mais alertada para este problema e para a urgência de o denunciar precocemente.

Sem acabar com a violência contra mulheres e raparigas, o mundo não poderá alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Esta violência continua a ser um grande obstáculo à igualdade de género, um compromisso assumido na Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres, com a adoção da visionária Declaração e Plataforma de Ação de Pequim em 1995.

Continuaremos nesta Federação e no PS a fazer deste combate à violência doméstica um desígnio político e ético indeclinável!